segunda-feira, 22 de março de 2010

Benfica vs WWE

O Benfica venceu ontem de forma categórica o Futebol Clube do Porto. Sem espinhas. Nada a acrescentar. Nada mais a dizer sobre esta vitória limpa e justa. Perdão, justíssima. Grande Jesus. Enorme espírito de grupo. Gigante Benfica. Quanto a futebol, estamos arrumados.

Agora gostaria de falar do Porto. Primeiro, não percebo o "Futebol" de "Futebol Clube do Porto". Quem pratica aquilo deveria estar no Boxe Clube do Porto ou no Porto Wrestling Federation. Nunca numa modalidade chamada futebol.

Para chegar a esta conclusão, bastou-me existir e assistir aos jogos de futebol. Mas ontem - como todos os dias são dias de esperança - decidi esperar que o Porto soubesse perder e aplaudisse os vencedores. Errado. Aliás, que estupidez a minha. Às vezes até parece que sou dos Super Dragões. Eles que, uma vez mais, fizeram um excelente jogo nas estações de serviço da A1 e A2. Bananas para estes energúmenos.

O Ruben Micael começou o "jogo" logo aos 20 segundos. Minutos depois foi o Bruno Alves. Depois foi o Raul Meireles. Minutos depois foi o Bruno Alves. Seguiu-se o Miguel Lopes. Minutos depois foi o Bruno Alves. Fernando. Minutos depois foi o Bruno Alves. Cristian Rodríguez. Minutos depois foi o Bruno Alves. Minutos depois foi o Bruno Alves. Minutos depois foi o Bruno Alves. Minutos depois foi o Bruno Alves. Minutos depois foi o Bruno Alves. Minutos depois foi o Bruno Alves. E estou a ser benevolente porque vi o jogo pela televisão, o que me impediu de estar sempre de olho no Bruno Alves. Mas uma coisa é certa. Se eu estivesse sempre de olho nele, o certo era ficar com o olho negro. Sinceramente não sei o que dizer da conduta deste animal. E peço desculpa ao meu cão por o estar a incluir na sua categoria. O Bruno Alves parece um animal raivoso que espuma pela boca sempre que vê um jogador… sempre que vê um… sempre que vê. Ponto. Eu até duvido que ele veja. Pelo modus operandi, deve lá ir pelo cheiro. A frustração que vai dentro daquele animal com formato humano é tanta que nem há espaço para a massa encefálica.

sábado, 20 de março de 2010

Bullying? Qual bullying?


Os putos que levam porrada na escola só se deixam ficar se não tiverem um pai como este.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Dar sangue


"Homossexuais podem dar sangue. Só não podem dizer que o são", notícia do Público. Aqui está um sketch sobre o tema. Escrito por mim, interpretado por Miguel Raposo e Francisco Areosa.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Lei do vinho



Eis o porquê da Lei da Rolha (min. 2:15).

sexta-feira, 12 de março de 2010

É ou não é?

O Eduardo Sá é o André Sardet com mais 20 anos.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Going Deep with Kassem G


Como fazer bom humor pode ser tão simples.

domingo, 7 de março de 2010

La la la

A Maddie foi vista a cantar num coro no Canadá. Nada que me surpreenda. Sempre desconfiei que ela tinha jeito para utilizar a boca.

quinta-feira, 4 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Festival da canção mal cantada


Hoje a televisão pública nacional deu a conhecer parte dos artistas que se propõem representar o nosso país no próximo Festival da Eurovisão. A pergunta que se coloca é: Porquê?

Por que diabos se dá espaço televisivo a músicos cheios de nada? Nem música, sequer. Que, curiosamente, é aquilo que se avalia neste festival.

Apagam-se notas musicais e acrescentam-se frases de amor. Daquelas lamechas, clichés e sem sentido. Rimam, isso é o mais importante. A partir daí, qualquer coisa serve.

Não estava à espera de ouvir grandes composições esta noite. Aliás, estava mesmo a contar com um desfile de diarreia musical. E, neste ponto, este espectáculo não me desiludiu.

O que me surpreendeu foi a utilização dos microfones e dos instrumentos musicais apenas como objectos de decoração. O playback (aquilo que nos permite encantar, mesmo não sabendo cantar nem sequer assobiar) foi o grande intérprete da noite. E, mesmo ele, esteve mal. Porque as vozes que se ouvem são as vozes que o simulam em palco. Quando é assim, não há muito a fazer.

Será que uma guitarra eléctrica dá o mesmo som se não estiver ligada a um amplificador? Não há fios a ligar o órgão a uma fonte de energia? E o saxofone? Não precisa de um microfone que transmita o som para a televisão?

Quem percebe minimamente de música considera o playback um insulto, uma agressão! Quem não percebe ouve e não liga. Mas os festivais da canção são para as pessoas que percebem de música ou para as pessoas que não percebem? Se for para estas últimas, então sim, este Festival da Canção é o espectáculo perfeito. Se for para o outro tipo de pessoas então deixem-me ir ali puxar o autoclismo.

A semi-final de hoje terminou com uma mensagem de apoio para a Madeira. Eu preferia enviar uma mensagem de apoio para o Festival da Canção. Isso sim, uma tragédia.

NOTA: Ao longo dos próximos dias, conto dar a minha opinião sobre algumas actuações. E prometo não utilizar a palavra "bacana".

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mundo, que mundo?

O mundo parece uma sala de espera de um centro de saúde. O ambiente carregado, a televisão em altos berros, as traições nas revistas do ano passado, as velhas a resmungar quem tem mais doenças. Até agora, o Haiti (a velha do canto) ia na frente, com dores nas costas, reumatismo nas articulações e varizes nas pernas. Logo a seguir está a Madeira (a velha mais endinheirada que não se chega perto das outras) com problemas no que toca a retenção de líquidos, diarreia e cataratas. Mas, há coisa de minutos, entrou na sala uma velha que promete atingir a medalha de ouro das Olimpíadas das Desgraças, Chile, uma velha rabugenta com diabetes, acentuada falta de memória e Parkinson. Calma... Estou a receber informações de que chegou mesmo agora outra velha, Argentina, com os mesmos problemas que a do Chile. Isto promete!

Os médicos (conhecidos no meio como jornalistas) recebem as velhas nos consultórios, auscultam-lhes o coração e receitam-lhes medicamentos. Os errados,claro. Elas acabam sempre por voltar. E com dores cada vez piores.