Para quem duvida da minha esquizofrenia, na terça-feira fui ver Metallica. Hoje vou ver Elton John.
Vivemos no tempo dos assassinos, tempo de todos os hinos, e ouvimos dobrar os sinos, quem mais jura é quem mais mente. Vou arquitectar destinos, sou praticamente demente.
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Regresso aos cromos I
Depois de saber os convocados do Queiroz, soube que devia comprar uma caderneta. Não tanto pela simpatia que sinto pelo professor e pelos jogadores, mas mais para oficializar os cromos que lá estão. A minha primeira caderneta a sério data do Mundial de 1994, em que eu e o meu vizinho João André ocupávamos a entrada do prédio com autocolantes espalhados do Roberto Baggio, do Romário e do Stoichkov. Depois recortei tudo (maldito eu!) para me ajudar no meu novo vício de então: Subbuteo. Cacola, João Miguel, Pedro, Queen, We are the champions, balizas feitas de lego. Hoje prometo não voltar a rasgar uma caderneta de cromos. Juro.PS - Aqueles três são os repetidos. Robert Vittek (482), Logo Argentina (107) e Taye Taiwo (129). Quem quiser trocar, faça favor de dizer.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Hell yeah!!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Perdão, senhores

Tenho andado afastado do blogue. O Benfica foi campeão e eu pouco escrevi. IMPERDOÁVEL! O papa veio cá e eu nem uma linha. PECADO!! Nos próximos dias, darei a minha opinião sobre tudo. Com um delay considerável, é certo, mas com um profissionalismo exemplar. Entretanto, com o pouco tempo que tenho para viver decentemente, fui à Feira do Livro. Os dez minutos que lá estive só me permitiram comprar uns míseros três livros.
Esperem pelas minhas opiniões sobre tudo aqui no blogue. Mas sigam-me também no Facebook, onde escrevo sobre nada (o que, por vezes, se torna bem mais interessante).
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
É o amor.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Uma estranha modalidade chamada futebol.

A grande lição que devemos retirar da jornada de ontem é a de que nós somos todos uns parvos. O FC Porto atingiu a sua pior classificação nos últimos anos, perdendo o acesso à Liga dos Campeões, e qual é a reacção dos adeptos, dirigentes e jogadores? Festejarem com foguetes e champanhe; o Sporting perdeu contra a Naval, terminando o campeonato em quarto lugar, e qual foi a reacção? Euforia! O Benfica manteve o primeiro lugar, o melhor ataque, a melhor defesa e o melhor marcador e qual a reacção? Tristeza.
O futebol é um jogo de sentimentos, mas há que saber senti-los! Se é para chorar, ao menos que seja por ter apanhado com um pedregulho na auto-estrada, que é uma coisa que acontece regularmente a quem anda de carro. Todos os condutores sabem isso. Na auto-estrada, para além de ter que se andar sempre na faixa do meio, também se pode apanhar com pedregulhos no vidro da frente. Com sorte - e é preciso muita! - ainda se pode apanhar com uma garrafinha de champanhe no capot. Mas isso é muito esporádico, só mesmo em dias de festa. Chorar por isto é de homem!
Tanto como é de homem rir do seu próprio insucesso. É de homem, sim senhor, mas daquele tipo de homem que tem um colete de forças branco num quarto almofadado do Júlio de Matos. Rir e festejar assim é de homem. Maluco. Mas homem.
Em relação ao Braga - Paços de Ferreira, acho que o guarda-redes do Paços de Ferreira fez bem em aceitar o cheque. O Sporting - Naval não vi e, só por isso, já o considero como o melhor jogo do Sporting. Quanto ao FC Porto - Benfica, acho que o FC Porto foi claramente beneficiado. Dá para ver, claramente, que o FC Porto jogou com mais bolas do que o Benfica. O Benfica tinha aquela bola… de futebol. O FC Porto tinha essa e mais umas quantas de golfe. Eu não quero parecer um intelectual do desporto, mas julgo que o futebol joga-se com uma bola de futebol. Acho eu! Não quero estar a dizer coisas que não sei. Mais uma vez, notei aqui uma contradição, não nos sentimentos, mas na modalidade. O FC Porto jogou futebol com bolas de golfe e ficou feliz, eufórico, extasiado com a sua pior classificação dos últimos anos. Algo está mal no futebol português.
domingo, 2 de maio de 2010
Uh-uh-uh
O líder da claque do FC Porto Super Dragões reconheceu hoje ser "um bocado difícil controlar" os excessos, a propósito dos incidentes que têm antecedido a visita do Benfica ao Porto. Fernando Madureira, em declarações à Agência Lusa, garantiu que tem "tentado acalmar toda a gente e não apenas elementos das claques", mas também salientou que gerir "muitas emoções é complicado".Afinal Sua Santidade já está em Portugal há muito tempo. Chama-se Fernando Madureira e a sua missão nesta vida é promover e consolidar a solidariedade entre os povos. Neste caso específico, os povos benfiquista e portista. Avé FernandoMadureira! Avé!
O Sumo Pontífice tem a perfeita noção de que "gerir muitas emoções é complicado", uma tomada de consciência digna de uma pessoa compreensiva e com noção da realidade.
O responsável máximo da moral… Ok, chega!!! Acabaram-se as ironias. Aquele animal do Fernando Madureira não deve ter comido a ração suficiente quando ainda estava em cativeiro. Só pode. E tornou-se num animal selvagem. Assim como o búfalo, a hiena ou o lince da Malcata. A única diferença para este último é que, infelizmente, o Madureira não está em extinção. Mas isso resolve-se facilmente. É deixar de o alimentar. Nada de bananas para esse animal que é uma excepção à Teoria da Evolução das Espécies de Darwin. As espécies evoluem. O Fernando Madureira espuma da boca.
Como é que um líder de uma claque pode promover a violência e continuar em liberdade? Será que o Jardim Zoológico está lotado? A jaula está a ser limpa?

