segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Monty Python - Every Sperm is Sacred

Let the heathen spill theirs

On the dusty ground.

God shall make them pay for

Each sperm that can't be found.

Happy Birthday! D'oh

Os Simpsons é uma série de desenhos animados que retrata o dia-a-dia de uma família norte-americana. Criado pelo cartunista Matt Groening para a emissora Fox Network, foi exibido pela primeira vez no dia 17 de Dezembro de 1989. Através dos protagonistas Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie, o programa faz críticas ao comportamento humano, à sociedade e ao modo de vida americano.

A série tem 400 episódios e 18 temporadas, o que a torna na mais antiga em exibição nos Estados Unidos. Recebeu inúmeros prémios desde que iniciou emissões, tais como: 23 Emmy Awards, 22 Annie Awards e um Peabody. Em 2000, o programa ganhou uma estrela no Passeio da Fama, em Hollywood. Em 1998, a revista Time elegeu-a como a melhor série televisiva do século.

Fonte:
A nossa amiga Wikipedia

domingo, 16 de dezembro de 2007

Deputados da Coreia do Sul à pancada

Deputados do Partido Nova Democracia Unida, que governa a Coreia do Sul, lutam com o maior partido da oposição, o Grande Partido Nacional. Mais de 100 deputados da oposição ocuparam o púlpito da Assembleia Nacional pelo segundo dia consecutivo, na tentativa de bloquearem uma moção que poderia pôr em risco a corrida presidencial do seu candidato, Lee Myung-bak.

Fonte: Público
Foto: Han Jae-Ho/Reuters

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Highway in Hell

Cheguei à rodoviária e estava tudo normal. Autocarros nas pistas, pessoas à espera e os funcionários na hora de almoço.

Como estava atrasado para apanhar o autocarro, corri o máximo que pude e consegui um honroso quarto lugar na fila da bilheteira. Como não poderia fazer nada, tive de manter a tranquilidade e aguardar a minha vez.

Passados uns minutos fui atendido. “Boa tarde, estou muito atrasado. Queria um bilhete para Lisboa!” Ao que responde a senhora, com toda a calma do mundo: “No próximo autocarro?”. Ora bem, eu estou super atrasado, coisa que até lhe disse e ela pergunta-me se quero ir no próximo autocarro!

“Sim, no próximo. Rápido, se faz favor”. Sabendo que estou atrasado, quero apanhar o próximo autocarro para Lisboa e não sou propriamente um adulto, coloca-me as seguintes questões: “Então o próximo sai dentro de 2 minutos” – “É às quinze horas” – “Com cartão-jovem?” – “Não tem trocado?” – “Espere um momento que não tenho moedas” – “Então está fresquinho?”

Enquanto espero nervosamente o meu bilhete, ouve-se uma voz no altifalante da rodoviária (“Faaaaxabor grfff o prooóxchimnoo aauoutocccarro chggfffffchchhhhpara Carrazeddddde ctthchyhhde Anschixxxxiães encontra-se gffffff na lllinha 3sssss”). Há coisas que eu não percebo. Será que o senhor que fala pelo altifalante é surdo? Não só por falar muito alto como não se apercebe que as pessoas não entendem nada do que ele diz.

Ele pode dizer uma coisa completamente estúpida e as pessoas ficam na mesma: “Atenção, atenção! Temos a informação de que há setenta e três bombas nucleares na sala espera. Façam o favor de fugir” E todos se mantêm impávidos e serenos. Porquê? Porque não se entende nada do que ele diz!

Chego, finalmente, à pista onde se encontra o autocarro. Mais uma fila, para variar. Aliás, nós, os portugueses, estamos muito habituados a filas. Também podemos chamar de bichas, e ninguém pode negar que cada vez há mais.

“Quem vai para o Aeroporto põe as malas deste lado quem fica em Sete Rios põe daquele”. Ou seja, chega uma altura em que o autocarro se divide ao meio e começa a andar só com duas rodas. O que, por um lado, até é bom, tendo em conta o trânsito na segunda circular.

Entro no expresso e, como é natural, procuro um lugar para me sentar. Consegui ser um dos primeiros a entrar e há muitas cadeiras vazias. Escolho a que me agradar mais, tiro o casaco, poiso a mala, recosto o banco e fecho os olhos para descansar um pouco.

Há pessoas que eu não entendo. O autocarro vazio, eu sentado no meu banco, de olhos fechados. Se fosse de noite tinha medo de estar tão sozinho. E vem uma velha “Desculpe, está no meu lugar”.

Depois há outra coisa. O autocarro é o meio de transporte mais parecido com o povo português: tem sempre o relógio atrasado, tem duas televisões e nenhuma funciona, o ar condicionado só funciona no Inverno, a casa-de-banho ou não funciona ou está ocupada e o cheiro é bastante alternativo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Soubesse eu


Soubesse eu este estado
Que me provoca o que minto
Não te traria onde trago
Nem sentiria o que sinto.

Soubesses o que me fazes
Pena pensar que tu mentes
Não me trarias onde trazes
Nem sentirias o que sentes.


Letras: André Pereira
Fotografia: Berthault-Jacquier

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

"Um Outro Olhar" no IPJ

Olhas-me com timidez… Baixas a cabeça, tapas a cara entre dedos de chocolate, e os teus lábios contrariam a lei da gravidade. Reages assim sempre que te espelho na minha memória fotográfica, no meu cristal reflectido, na minha lente tele-objectiva... Não te escondas de mim, não afastes os teus olhos dos meus, mais tarde ou mais cedo irei encontrar-te no meu view-finder.

Raul Vilar

Na próxima quarta-feira, proceder-se-á, no Instituto Português da Juventude, em Coimbra, à inauguração da exposição fotográfica “Um Outro Olhar”. Totalizando 49 fotografias, é composta por trabalhos da autoria de crianças e jovens portadores de deficiência mental de sete instituições particulares de solidariedade social (IPSS) da Região Centro.

A exposição, que se encontra integrada nas comemorações dos 70 anos do Instituto Superior Miguel Torga, conta com fotografias de crianças e jovens da Associação Portuguesa de Pais e Amigos das Crianças com Deficiência Mental (APPACDM) de Anadia, do Centro de Educação Integrada da Bela Vista, em Águeda, ambas no distrito de Aveiro; APPACDM de Coimbra, APPACDM de Soure, Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo (ADFP), CERCI Penela, todas no distrito de Coimbra; e CERCI Pombal, no distrito de Leiria.

Os jovens autores foram acompanhados por alunos da Licenciatura em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga, alunos que também cederam o material fotográfico necessário. A equipa de alunos do ISMT foi composta por Ana Carolina Correia, Ricardo Almeida, Manuel Marques, Igor Pinto, Carlos Constantino e Altino Pinto.

Entretanto, todos os alunos se licenciaram, e muitos pretendem seguir o território do foto-jornalismo. É o caso de Ricardo Almeida, que já trabalha na área. , “Desta vez os fotógrafos foram eles, e não nós...Torná-los autores das fotografias e deixá-los felizes é algo que me deixa reconhecido e bem comigo próprio”, afirma.

Altino Pinto considera ter sido “uma experiência bastante enriquecedora, que gostaria de repetir”. “Ver como aquelas pessoas olhavam e pegavam numa máquina fotográfica deixou-me bastante emocionado”, conclui.

Os papéis inverteram-se e aqueles que normalmente se encontram à frente da máquina fotográfica perderam o medo e tomaram as rédeas dos seus olhos. As fotografias variam entre retratos dos colegas, trabalhos manuais, paisagens, entre outros. Muitos deles nunca tinham pegado numa máquina fotográfica, o que dificultou um pouco o método. Porém, mais genuínas não poderiam ficar. Desde o sorriso de uns lábios inquietos até ao mais pormenorizado olhar de um rosto, os utentes destas associações sentiram o carinho atirado em flashs de luz e sombras.

“Adorei a experiência e, sem dúvida, que repetiria”, assegura Ana Carolina Correia. “Não estava à espera de tão boa recepção, todos eles foram muito queridos connosco”, afirma com um brilhozinho nos olhos. Foi com eles, inocentes de enganos, que Carolina fez um Amigo, coisa mais preciosa do mundo. O Amigo multiplicado por todos os corações que encontrou.

Esta exposição pretende dar a conhecer um universo considerado insondável por muitos. Simultaneamente, proporcionou-se às crianças e jovens um dia diferente, pautado por grande animação e alegria.

Patente até ao próximo dia 5 de Janeiro, a exposição cumprirá posteriormente circuito de itinerância pelas IPSS aderentes a este projecto.


Texto:
André Pereira
Fotografia: Ana Carolina Correia

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Piiiiii

Bad Boy MC Crazy Mother Fucker, que é como quem diz, Ricardo Araújo Pereira com a cara pintada de preto e a dizer que é da Cova da Moura:

“Eu sou tão intelectual, tão intelectual que a buzina do meu carro não faz piiiiii, faz três vírgula catoooooorze.”

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Em cada letra

Em cada letra te escrevo
Em cada sonho te guardo
Em cada partida te levo
Em cada regresso te trago.

Em cada boca te grito
Em cada silêncio te calo
Em cada boneco te imito
Em cada pessoa te falo.

Em cada alimento te provo
Em cada segundo te conto
Em cada pedaço te inovo
Em cada ruela te encontro.

Em cada promessa te beijo
Em cada braço me cais
Em cada ausência te vejo

Em cada presença te vais.

Letras: André Pereira
Fotografia: Nuno Abreu