quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dor Crónica LI




O próximo programa dos Homens da Luta vai ser "uma mistura de 'Zip Zip' com LSD". Esperemos é que não seja feito em Elvas.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Dor Crónica L




As três pessoas que ficaram cegas numa clínica no Algarve vão avançar para tribunal. Precisam é de um cão-guia.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dor Crónica XLIX




Este fim-de-semana foi horrível no que toca a incêndios. O Benfica foi quem mais ficou a arder.

sábado, 7 de agosto de 2010

CIRCO DE LETRAS
Os amores de Verão ficam enterrados na areia

Um título lamechas merece uma crónica lamechas. E prometo não desiludir, já que o tema é o amor e, como todos bem sabemos, o amor é sempre lamechas. Um coração esgravatado numa árvore, outro coração escrito na mesa da sala de aula, outro ainda desenhado na areia... Cada um com o seu feitio, o seu humor, a sua forma de estar. Sentado ao divã, está hoje o que tem areia nos pés (e alguma na cabeça), o amor de Verão.

Antes de nos apaixonarmos por isto, é melhor esclarecer que o amor de Verão não leva a lado nenhum. É exactamente igual aos outros. A vantagem é que este tem piada. Não se mata, não se morre, não se cai num caldeirão nem se é expulso do Paraíso. O amor de Verão dói. Mas passa. Dói agora. Amanhã não existe. Claro que fica gravado (a cores), mas bem arrumadinho.

No resto do ano, o amor é regrado, metódico. "Jantamos amanhã?", "Amanhã não posso, tenho reunião. Depois.", "Quando?", "Quando te der mais jeito.", "Não me dá jeito, eu trabalho.", "Eu também.", "Raios!". Este amor não dá jeito nenhum. É um amor que faz contas, que cumpre horários, que pensa. Um amor que apenas se faz no café, na fila para o autocarro ou no escritório é um amor triste.

Já o amor de Verão calça chinelos e queima os sapatos, veste t-shirts e rasga os fatos e as gravatas. Nem sequer usa maquilhagem. Pega na guitarra partida e começa a tocar os Jardins Proibidos. Desafinado. Mas é mesmo assim, porque lá no peito também bate um coração. O amor de Verão não dá rosas nem caixinhas de chocolate. Apanha escaldões e fica com a marca da pulseira que a miúda nos deu. Protector? Para quê? O amor de Verão não usa protector. Nem quer. Aliás, o amor de Verão não é vermelho, é ultra-violeta.

O amor de Verão acaba com areia na toalha, com os pés molhados e com os tais coraçõezinhos desenhados à beira-mar. Depois vem uma onda e lá se foi o amor. Para onde? Onde está? Onde ficam os amores de Verão?

Foto: DR

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dor Crónica XLVIII




A melhor e mais descritiva declaração de Carlos Cruz está aqui.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dor Crónica XLVII




Paris Hilton diz que é uma óptima cozinheira. No entanto, é ela que acaba sempre por ser comida.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dor Crónica XLVI




No filme sobre José Castelo Branco, Betty Grafstein vai ser interpretada por um pára-choques de um mini depois de um choque frontal contra um camião TIR.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

E o título encontra a notícia

Este é daqueles títulos que já estão mesmo à espera da própria notícia. Depois é fácil. O jornalista só tem de soltar um sorriso, esfregar as mãos e mostrar ao mundo a sua obra. "Caraças, sou mesmo bom! Imortal... sem vida... Pá, que espectáculo! Isto é que é jornalismo". Não digo que não seja. Mas bom jornalismo com certeza que não é. E duvido que a notícia se mantenha por muitos mais minutos no site da Bola. Faz-me lembrar o anúncio da morte de Maurice Gibb, um dos membros dos Bee Gees. "The author of 'Staying Alive' is dead!". O jornalista da BBC foi despedido.

PS- Mas até teve piada.

Dor Crónica XLV




Olá, vamos à parvoíce?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dor Crónica XLIV




A ministra da Educação quer acabar com os chumbos nas escolas. Por mim tudo bem. Desde que os chumbos vão direitinhos à sua cabeça.