quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pobre Povo

São estes os nossos guerreiros? Os defensores da nossa pátria? Os bravos que nos vão tirar da crise? Os combatentes que vão colocar Portugal no grupo dos países desenvolvidos? Para uns são isto e muito mais. Para mim, são apenas jogadores de futebol. E maus. E os da fotografia são apenas alguns. Há outros. Muitos mais que, infelizmente, estão na selecção nacional. Esta mediocridade alastra a outros elementos dentro da "equipa das quinas". Falo, obviamente, da equipa técnica - encabeçada por Carlos Queiroz -, de dirigentes e do responsável máximo da Federação, Gilberto Madaíl.
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Tenho pena que a selecção esteja impregnada de inutilidade e absorvida em esperanças. Sempre esperanças. Trabalho, responsabilidade, sacrifício e competência são conceitos proibidos dentro do grupo. Renuncio à corja de imbecis que tomou conta da Federação. Renuncio, por isso, à vitória no jogo de hoje. Se houver justiça - não apenas futebolística, mas essencialmente, justiça de competência - Portugal será derrotado. E eu sou a favor da justiça.

2 comentários:

Pedro disse...

Tens meia razão no que escreves. Temos um treinador e uma direcção um tanto ou quanto incompetente na nossa selecção, é verdade. Mas só isso chega. Os jogadores estão lá, bons ou maus, por culpa do treinador. Os da foto realmente estão com um ar muito mauzão... especialmente o Duda. Se eu fosse extremo direito tinha medo dele, se ele me olhasse assim e levantasse o peito. Mas maus ou bons, lá conseguiram chegar ao mundial. Tácticas erradas, jogadores errados, estratégias erradas. Mas acho que há uma boa mão cheia deles que se empenharam. Talvez esses não cheguem para fazer alguma coisa de jeito em África, mas pode ser que os outros se enganem e façam boa figura. Vamos confiar na nossa senhora do Caravaggio e depois logo se vê.

Abraço

André Pereira disse...

Sim, com toda a certeza que houve jogadores que se esforçaram. Mas se eu fosse convocado também daria o litro, mesmo não tendo qualidade nenhuma para lá estar. E essa é a questão.

Gostava de basear a confiança que tenho na selecção na competência e no profissionalismo das pessoas que a constituem. Infelizmente, temos de acreditar, apenas. Acreditar. Em quê? Em nada.